sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

O cume do progresso humano

Olavo de Carvalho

Freud costumava dizer que a história da mente ocidental tinha sido marcada por três derrotas humilhantes impostas sucessivamente às presunções do ego humano: primeiro, Copérnico demonstrara que o planeta que habitamos não é o centro do universo; depois, Darwin ensinara que o homem não é um ente superior, mas apenas um animal entre outros; por fim, o próprio Freud trazia a prova de que a consciência individual não é sequer a dona de si própria, mas o joguete de forças inconscientes.

A idéia do progresso do conhecimento como uma troca de ilusões grandiosas por verdades cada vez mais deprimentes impregnou-se tão profundamente na cosmovisão das classes letradas, que outros episódios da história das idéias foram interpretados de acordo com ela, quase que por automatismo. Entre Copérnico e Darwin, Newton e Galileu haviam ensinado que nossas impressões do mundo sensível são subjetivas e enganosas, só as quantidades mensuráveis podendo ser objeto de conhecimento certo, e Kant demonstrara a impossibilidade de saber algo de positivo sobre Deus e a imortalidade da alma. Entre Darwin e Freud, Marx evidenciara que a própria história das idéias não é senão a exteriorização aparente de interesses econômicos camuflados, Comte oficializara a proibição de perguntar sobre aquilo que não podemos conhecer pelos métodos da ciência newtoniana, e por fim um contemporâneo de Freud, Max Weber, tirara disso a mais letal das conseqüências: não só o bem e o mal são escolhas arbitrárias, mas o próprio conhecimento científico não é possível sem alguma escolha arbitrária inicial.

Nas décadas seguintes, o rebaixamento da espécie humana prosseguiu implacavelmente. O behaviorismo substituiu a noção mesma da “psique” por um conjunto de reflexos condicionados não muito diferentes dos que determinam a conduta de um rato ou, em última instância, de uma ameba. O estruturalismo e o desconstrucionismo aboliram a noção marxista do sentido da História como um resíduo das ilusões humanistas. A genética, a neurofisiologia, os modelos informáticos do cérebro e a psiquiatria de base farmacológica reduziram a nada as pretensões da própria psicologia freudiana. A ecologia mostrou o ser humano como um bicho mal comportado e destrutivo, prejudicial à natureza. Por fim, o filósofo Peter Singer promoveu os frangos e porcos a titulares de direitos humanos, em pé de igualdade até com uma criatura sublime como ele próprio.

Assim vieram caindo, uma a uma, as “ilusões narcísicas” -- como as chamava Freud – de uma espécie animal que ousara se proclamar imagem e semelhança de Deus. A história das idéias científicas, vista sob esse aspecto, é uma história da humildade intelectual.

Mas aí há três problemas.

O primeiro é que nem todas as teorias incluídas nessa narrativa são igualmente verdadeiras. Galileu fez do Sol o centro do universo, e não só do sistema solar. Marx jurava que o capitalismo iria restringir o mercado, em vez de expandi-lo. O evolucionismo continua em estado de hipótese discutível. E a psicanálise se desmoralizou tanto que Lacan, para tentar salvá-la, teve de descobrir nela uma parte inconsciente e dizer que esta, e não aquela que Freud conhecia, era a genuína psicanálise. Não tem sentido equalizar verdades científicas, erros medonhos e fantasias idiotas como degraus ascendentes de uma escalada cognitiva.

Segundo problema: cada um dos degraus dessa pretensa escalada foi galgado à custa de alguma falsificação monstruosa dos dados históricos. O esquema usado foi sempre o mesmo: embutir à força, em alguma doutrina passada, significados totalmente estranhos à época em que foi enunciada e à mentalidade de seu autor.

Copérnico nunca imaginou que o heliocentrismo tirasse “o homem” do topo do universo criado. Esta interpretação foi inventada um século depois por Giordano Bruno. E, àqueles que pretendessem tirar daí alguma conclusão materialista, o próprio Bruno advertia: façam isso, e se tornarão estúpidos ao ponto de duvidar da sua própria existência (isto veio a acontecer literalmente quando o desconstrucionismo apregoou a “inexistência do sujeito”).

A doutrina darwiniana, ao colocar o ser humano no cume da evolução animal, não podia ao mesmo tempo rebaixá-lo ao nível de um bicho qualquer. A palavra mesma “evolução” exprime uma subida de nível, não uma descida. Isso deveria ser óbvio à primeira vista, mesmo sem a ajuda dos parágrafos finais de A Origem das Espécies , que celebram a ascensão evolutiva como uma obra divina de intelligent design (oh, horror!).

A doutrina freudiana, sim, parece rebaixar o ser humano, na medida em que reduz a consciência a um produto de fatores inconscientes. Mas, se a passagem para o nível autoconsciente resultava da destruição das ilusões narcísicas da infância, como poderia a destruição de mais uma ilusão ser um rebaixamento e não uma subida? O próprio Freud jamais desistiu da aposta em que o Ego terminaria por absorver e superar o Id, nisto consistindo, aliás, a promessa central da psicanálise. Ao falar de rebaixamento das pretensões humanas, Freud usou de uma figura de linguagem que enfatizava unilateralmente um só aspecto da sua própria obra, omitindo a compensação dialética da qual estava perfeitamente consciente. E fez o mesmo com os ensinamentos de Copérnico e Darwin para transformar os dois, à força, em precursores dele próprio.

Daí por diante, fazer história das idéias mediante analogias extemporâneas tornou-se moda universal, rebaixando a compreensão pública do passado a uma sucessão de fofocas de cortiço contra a dignidade humana. O resumo enciclopédico dessas fofocas constitui a visão histórica vigente, como um dogma de fé, nas cabeças de praticamente todos os nossos contemporâneos. Ela ressurge diariamente em editoriais de jornal, discursos parlamentares e redações de escola, com unanimidade global, e serve de argumento para justificar decisões políticas, econômicas e estratégicas, bem como para arbitrar discussões domésticas e dar aparência de coisa importante a teses universitárias sem pé nem cabeça.

O terceiro problema é que nenhuma daquelas descobertas alegadamente humilhantes tornou a intelectualidade mais humilde. Ao contrário: cada uma delas foi celebrada como uma vitória da razão e das luzes contra as trevas do passado, daí resultando efusões de orgulho cada vez mais demenciais e reivindicações de poder cada vez mais ilimitadas.

Copérnico e Newton serviram de argumento para os revolucionários de 1789 concentrarem mais poder em suas mãos do que qualquer tirano da antigüidade e matarem mais gente em um ano do que a Inquisição matara em três séculos.

O positivismo e o cientificismo deram nascimento a inumeráveis ditaduras iluminadas, algumas das quais entendiam a matança de padres, freiras e índios (especialmente cristianizados) como uma expressão superior da racionalidade humana.

O marxismo, não preciso nem falar. Quem não conhece o “Livro Negro do Comunismo”? Os feitos bárbaros que ele descreve seriam monumentos à humildade intelectual?

O behaviorismo e escolas psicológicas subseqüentes desenvolveram nos seus praticantes a ambição de moldar o comportamento alheio como se fosse um produto industrial. A ecologia reforçou essa ambição, criando projetos de controle global que determinam até o que você pode ou não pode comer e obrigam você a preencher uma pilha de formulários para colher um cacho de bananas.

Eric Voegelin chamava “historiogênese” a visão simbólica da história como um processo ascendente que, culminando na pessoa do narrador, fazia da sua época a suprema detentora do conhecimento humano. Inicialmente ele pensou que esse esquema fosse uma invenção da modernidade, mas depois descobriu que isso já existia no antigo Egito e na Mesopotâmia. A historiogênese é um cacoete mental deformante que reaparece em todas as épocas, graças à incoercível tendência do ser humano para fazer de si próprio o umbigo do universo.

A modernidade só acrescentou a isso o detalhe especialmente ridículo de que ela descreve a ascensão gloriosa que conduz até ela própria como um processo de autolimitação racional e humildade intelectual crescente. Com isso a concepção umbigocêntrica da história tornou-se caricatura de si própria, nisto consistindo a suprema glória intelectual dos tempos modernos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Atestado de burrice...

Alguns acadêmicos advogam uma pretensa intelectualidade, mas são vazios. Um certo professor do seminário do sul disse que o comunismo é a salvação. Veja bem, a afirmação imbecil deste professor que não merece ser nomeado. Ao final da aula fui conversar com ele, para minha surpresa, não existe debate sério com apedeuta de esquerda. Eles não sabem conversar, aliás, não estão acostumados com debates sérios. Fiz várias citações sobre historiadores e políticos renomados, inclusive aqueles que se desligaram da esquerda e hoje são da direita, o grande pensador que gosta de inferiorizar os alunos devido a sua pretensa sabedoria não sabia de nenhum. Inclusive sobre dados do próprio Karl Marx que os comunistas “fascistóides” deveriam saber, mas não sabem. Percebi que não estou numa academia como eles gostam de dizer, mas estou num antro de ignorantes que conseguem conquistar meia dúzia de analfabetos do conhecimento com as suas lorotas. Ando com ímpio, com gente de outras religiões que ainda não conheceram o evangelho, mas com um pastor que diz que o comunismo é muito bom, tal pessoa não digna de sentir o cheiro das minhas fezes, quanto mais conviver com elas. Nem a fossa suporta a presença de pessoas deste tipo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Eu faço parte desta história...

São cem anos de história. Altos e baixos. Momentos marcantes. Uma história inquestionável.

Quantos profetas não passaram por esta escola? Quantos hoje não marcam a Denominação Batista Brasileira e são frutos da vivencia e do aprendizado desta instituição?

Um lugar que é capaz de deixar marcas profundas na vida de quem possa por lá. Histórias. Contos. Mitos. Tradição. Tudo isto compõe a famosa instituição – Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

De fato, o ambiente do Seminário do Sul é diferente. Muitos chamam de deserto. Outros de laboratório. Alguns arriscam a dizer que é um lugar de esquecimento. Mas prefiro dizer que é um espaço e um momento da fornalha acessa de Deus. Sim, passar quatro anos no Seminário é conhecer a famosa fornalha de Deus. É o momento de ser tratado. Lapidado. Quebrado. Restaurado. Valorizados por Deus, os chamados para o ministério precisam que as suas impurezas sejam retiradas, para que este ouro tenha mais valor.

O que vi e vivi neste período de seminário vale por toda uma vida. Entristeço-me por aqueles que desistiram. Lamento por aqueles que viraram as costas para Deus. Choro por aqueles que disseram que Deus os abandonou. É impossível não ver a ação graciosa de Deus. Em momentos de profunda dor e crise. Momentos estes que me fizeram pensar em desistir. Foram os melhores momentos da minha vida. Fui assistido pela graça de Deus. Fui acolhido por amigos e irmãos que o ambiente do seminário proporciona. Não posso ser ingrato – Deus age no seminário.

A comemoração desses cem anos deve ser feita com muita festa, alegria e gratidão. Sou muito grato a Deus pela a existência desta instituição que é referencial no Brasil. Sou grato pelos mestres que passaram na minha vida. Estes que me ensinaram a grandeza do conhecimento do intelecto, da fé, da vida e da devoção. Mestres preparados e gabaritados. Não perdem para ninguém.

No Seminário do Sul passaram homens notórios. Eu tive a felicidade de conviver com os professores Luiz Roberto e Franklin Ferreira. Sem desmerecer nenhum outro professor, mas somente quem foi aluno destes professores sabe do que eu estou falando.

Algumas turmas são lembradas por suas épocas. Algumas são lembradas como a turma de setenta e seis, oitenta e dois e oitenta e seis. A minha turma será lembrada como a turma do centenário. O meu desejo e a minha oração é que desta turma saiam homens e mulheres que venham fazer a diferença. Que sejam responsáveis e coerentes com tudo que foi passado e ministrado pela então conhecida casa de profetas.

Não posso negar que quando cheguei era um menino, que precisa crescer e amadurecer. Vim para o lugar certo. Não poderia jamais ir para o ministério sem ter passado por tudo o que vivi neste período. Jamais poderei ignorar as experiências, os acontecimentos e as perdas que passei. O interessante que a nossa visão sempre está voltada para a benção. Para os seminaristas – o ministério. E queremos que estas coisas aconteçam num passe de mágica. Queremos ignorar o período que é necessário para o nosso ingresso ao ministério. Aquilo pelo o qual esperamos não é mais importante do que aquilo que acontece conosco enquanto esperamos. E não há duvidas que o seminário é um lugar de espera em todos os sentidos. Valeu a pena esperar.

Felicito o seminário e felicito a todos que contribuíram e contribuem para a manutenção desta escola de profetas, mas acima de tudo uma escola da vida. A permanência e durabilidade desta instituição precisa continuar. A sua existência se faz necessária para a formação de novos ministros. Sei que quem faz pastor ou quem capacita o ministro é Deus. O seminário faz teólogos, embora pastores devam ser teólogos, faz acadêmicos e intelectuais. Mas com toda certeza o seminário é um instrumento que Deus usa para forjar o caráter do novel ministro.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Kit falta de vergonha...

Perdeu a vergonha? Não procure no governo que ele não tem.

“Vai transar? O governo dá camisinha. Já transou? O governo dá pílula. Engravidou? O governo dá o aborto. Teve filho? O governo dá o Bolsa Família. Tá desempregado? O governo dá Bolsa Desemprego. Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota. Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta. É um circulo vicioso manejando a manada. Eeeh..oh..oh.. vida de gado... povo marcado... povo feliz”

(Autor desconhecido).

Bento 16 diz que ciência não pode ser o único critério do bem

da Folha Online - 29/01/2008 - 01h00

O papa Bento 16 disse nesta segunda-feira que é necessário "educar" as consciências dos homens para que a ciência não se transforme no "critério do bem", e ressaltou a obrigação de respeitar o homem como centro da criação.

O pontífice fez estas declarações durante o congresso "A Identidade Mutável dos Indivíduos", promovido pela Academia das Ciências de Paris e a Pontifícia Academia das Ciências, que aconteceu no Vaticano.

"Nesta época, na qual o desenvolvimento das ciências atrai e seduz pelas possibilidades que oferece, é mais importante que nunca educar as consciências de nossos contemporâneos para que a ciência não se transforme em critério do bem", disse o papa.

Bento 16 acrescentou que o homem deve ser respeitado como o centro da criação e não pode se transformar em "objeto de manipulações ideológicas, de decisões arbitrárias, nem de abuso por parte dos mais fortes sobre os fracos".

O papa acrescentou que os "danos" causados por essas manipulações e decisões arbitrárias foram "comprovados ao longo dos séculos e especialmente no século 20".

Bento 16 destacou que o ser humano tem uma capacidade específica, que é a de discernir o bom e o bem, e que nenhuma ciência pode dizer "quem é o homem, de onde vem e para onde vai".

Para o papa, o homem "é muito mais do que se vê ou se percebe pela ciência", e reiterou que é preciso salvaguardar sua dignidade desde o "período embrionário até a morte natural".

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Artigo de Olavo de Carvalho censurado no Zero Hora

Voto consciente

Olavo de Carvalho
Zero Hora, 29 de outubro


Dados colhidos do blog http://ex-petista1.blogspot.com/2006/08/notas.html:

Maurício Hernandez Norambuena, o agente do MIR chileno que liderou o seqüestro de Washington Olivetto, tem como advogado Iberê Bandeira de Mello, que foi defensor de Lula e hoje é o de Silvio Pereira (PT) e Klinger Luiz de Oliveira Sousa (PT). Enquanto Norambuena ia para cadeia e a elite petista fazia tudo para tirá-lo de lá, Lula e seu guru ortográfico Luiz Dulci se reuniam com representantes do MIR no XXII Encontro do Foro de São Paulo, em julho de 2005, na Fundação Perseu Abramo, em São Paulo, para planejar estratégias comuns entre a quadrilha chilena, o PT e outras organizações esquerdistas, entre as quais MST, MSLT, FARC, MIR, CUT, PCB, PC do B, ELN, Partido Comunista Chileno, MAS e Partido Comunista Cubano. Norambuena ficou preso em Presidente Bernardes com a cúpula do PCC, cujo líder máximo, Marcos William Herbas Camacho, é irmão de Gabriel Herbas Camacho, deputado federal do MAS (Movimiento al Socialismo), partido de Evo Morales e participante ativo do Foro de São Paulo.

Com dez por cento dessas boas relações, Lula e sua gangue já deveriam ter sido expelidos da política decente há um bom tempo. A história está bem documentada nas atas do Foro de São Paulo e no próprio site da Fundação Perseu Abramo. Pode-se acrescentar a isso um detalhe especialmente encantador: a Polícia Civil de Santo André informa que Jilmar Tatto, Arselino Tatto e Enio Tatto, todos do PT-SP, são ligados à facção criminosa paulista PCC. Jilmar Tatto foi secretário de Transportes da gestão Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo.

Como nada disso foi abordado nos debates eleitorais, o povo brasileiro vai hoje às urnas seguro de que está praticando o tal do “voto consciente”.

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A ONG Rede 13, de Santa Catarina, foi fundada em abril de 2003, coletou vinte milhões do governo, deu-os à filha de Lula e, cumprida essa sua nobre finalidade, fechou em agosto do mesmo ano. A operação foi coordenada pelo churrasqueiro presidencial Jorge Lorenzetti (v. aqui ).

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A semi-estatal Brasil-Telecom já possui o software “Narus Insight Discover Suite”, que tem capacidade para ler nossos e-mails, vasculhar nossas contas bancárias e ouvir nossas conversas no Skype. Quer dizer: adeus, privacidade. Para a dinastia Lula, porém, isso pode ser uma boa notícia. Era essa a empresa que, segundo a Veja, o bem-aventurado Fábio Lulinha estava tentando comprar, só não o fazendo graças a entraves legais. Mas estes são, é claro, removíveis. Se tudo der certo, o futuro selo do Brasil ostentará a orelha do Lulinha, aquele que tudo ouve.

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Uma estudante, Mirian Macedo, enviou a Louise Caroline, vice-presidente da UNE, uma carta contra o programa abortista do PT. Recebeu a seguinte resposta, que transcrevo na ortografia originária: “pois vai perder tudo, querida... até seus livros e a limpeza nojenta dos seus filhinhos. toma cuidado... nossa aliança com o Chávez e o Fidel vai chegar qualquer dia desses na sua casa feliz. e vai ser uma delícia.” Louise Caroline, cujo nível de instrução é mais ou menos o da mãe do Lula ao nascer, compensa esse handicap com sobra de truculência. É a universitária ideal criada pela educação petista.

Não quero me “alvorar” (falando presidencialmente) em profeta, mas acho que Louise, Lulinha e Lurian são o futuro deste país. Ou melhor: dêfte paíf.

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Em tempo: O MIR chileno é um dos signatários do manifesto emitido pelo “Congreso Bolivariano de los Pueblos”, no dia 3 de outubro, em favor da candidatura Lula. A gratidão é a mãe de todas as virtudes.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Hipocrisia

La Rochefoucauld (1613-1680)

L’hypocrisie est un hommage que le vice rend à la vertu”.

“A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude”.